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Aconteceu em Copacabana (Paulo Fortes,1992)

01SINOPSE

A ideia era contar a história musical do bairro. Homenageando os 100 anos do logradouro mais famoso do Brasil, Paulo Fortes soltou a voz no Rio Jazz Club, passando por vários gêneros, da opereta à Bossa Nova.

 

Através de 20 canções (“Solamente Uma Vez”, “Carinhoso”, “Maringá” e, é claro, “Copacabana – Princezinha do Mar”, entre outras), entrecortadas por vários casos narrados pelo barítono - que também sabe ser um ótimo contador de histórias - o show reviveu as aventuras musicais do bairro, enveredando pelos salões mais refinados e passando, sem preconceito, pelos cabarés, bares e pequenas (e famosas) casas noturnas, numa homenagem singela e despretensiosa.

 

 

Quando relembrava as operetas cantadas nos palcos do Copacabana Palace, Paulo contou com a parceria da soprano Ruth Staerk – com quem cantou inúmeras óperas no Teatro Municipal -  nos inesquecíveis duetos românticos. O espetáculo ficou em cartaz por cinco semanas, no Hotel Meridien.




ELENCO

•  Paulo Fortes e Ruth Staerk.



FICHA TÉCNICA

•  Direção Geral: Caio de Andrade
•  Roteiro: Paulo Fortes e Caio de Andrade
•  Arranjos e Direção Musical: Sérgio Kuhlmann
•  Iluminação: Paulo César Medeiros
•  Figurinos: Sonaia Hermida
•  Direção de Produção: Caio de Andrade
•  Realização: Rio Jazz Club


LOCAL

• Rio Jazz Club – Hotel Meridien


NOTAS SOBRE O ESPETÁCULO

“Em futebol, seria polivalente: joga em várias posições. Em religião seria ecumênico: une e reúne diversas correntes de expressão. Mas em termos humanos, ele é apenas imenso (em nome, talento e figura). Paulo Gomes de Paiva Barata Ribeiro Fortes, copidescado para Paulo Fortes, carioca, da Rua do Riachuelo, safra de 1928, cantor lírico, formado em Direito, passagem compulsória pelo CPOR de São Cristóvão, um carioca típico no bem e no mal – o mal aqui entendido pela capacidade tamoia de ter aquele jogo de cintura, que deixa na mão os idiotas do caráter e da verdade”.
(Millôr Fernandes – Revista Manchete)

“Admiro-lhe a facúndia, a versatilidade, o nenhum preconceito, a alegria constante. A bela voz. Como importante barítono poderia viver de não me toques, lá nas alturas. Prefere, porém, o caminho da comunicação popular, do contato surpreendente e diversificado com o público”.
(Arthur da Távora – O Globo)



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